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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Canções de ninar ou como traumatizar seu filho com musica francesa, parte 2

Continuando a série de musiquinhas infantis bizarras, apresento Malbrough s'en va-t-en guerre. Essa canção fez grande sucesso no século 19 e ainda hoje é cantada pelas criancinhas. A primeira vez que a ouvi não acreditei! Clipezinho simpatico ai embaixo e minha tradução mal feita logo depois.



Malbrough vai à guerra
Mironton mironton mirontaine
Malbrough vai à guerra
Não sabe quando volta

Ele voltara na Pascoa 
Mironton mironton mirontaine
Ele voltara na Pascoa
Ou na Trindade

A Trindade passa
Mironton mironton mirontaine
A Trindade passa
Malbrough não volta
 
A senhora sobre em sua torre
O mais alto que ela pode

Ela vê um pajem chegar
Todo vestido de preto

Pajem, meu belo pajem
Que noticias você traz?

As noticias que trago
Seus belos olhos vão chorar

Deixe suas roupas rosas
E seus cetins bordados

Senhor Malbrough esta morto
Esta morto e enterrado

Eu o vi sendo carregado
Por quatro oficiais
Um levava sua couraça
Um levava seu sabre (espada)
O outro seu escudo

Vimos sua alma voar
Através dos louros
(...)

Tem uma outra musica muito famosa aqui na França, a Jean Petit qui danse, que é super fofinha, letra simples, bem util pra ensinar as partes do corpo para os pequenos, como a Alouette do post passado. O Jean dança com o pé, com a mão, com os dedinhos, com os braços, com a cabeça, nada de chocante. Clipezinho abaixo:


Dai descobri a origem da musica. Pobre Jean Petit. Na verdade, ele foi um cara torturado em praça publica no século 17: teve todos os seus ossos quebrados um a um. E cada pedaço do corpo cantado na musica na verdade é um osso que foi quebrado. Quer dança mais macabra? Teve um grupo occitan (povo do sul da França com lingua propria) que fez uma homenagem a Jean Petit, uma espécie de réquiem em sua memoria. A musica esta ai embaixo, com a letra em occitan (percebam que é uma mistura de francês com português e um toque de latim).

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Canções de ninar ou como traumatizar seu filho com musica francesa - parte 1

Eu não acho que todas as tradições são boas, muito pelo contrario. Acho que algumas delas deveriam desaparecer para sempre. As coisas mudam, evoluem e o que fazia sentido no passado não tem mais seu lugar no presente. Um grande exemplo aqui. Mesmo os hinos nacionais eu acho uma ode ao anacronismo. Sou a favor de mudar tudo, reescrever as letras, tirar as passagens barbaras. Ou melhor, sou a favor da extinção dos hinos nacionais: pra que servem, afinal? Pra cantar nos eventos esportivos, deve ser.

Pois algumas canções infantis entram nessa categoria de tradição barbara que insistimos em passar pra frente. No Brasil nos chocamos quando prestamos atenção nas letras que maltratam gatos; estimulam a violência fisica como forma de educação (não vou la, não vou la, não vou la, tenho medo de apanhar); põem medo com bois pretos e cucas e outras pérolas da sabedoria popular brasileira. Dai dizem, ah, eu cresci com essas musicas e me tornei uma pessoa normal. Mas, pombas, por que temos que crescer com essas musicas? Que tal cantarmos outras? Ja ouvi dizer que essas musicas foram criadas por escravas que se vingavam dos patrões metendo medo em seus filhos. Mas acho que não é verdade, acho que era uma coisa da época mesmo, onde ameaças, tapas e medos faziam parte da realidade das crianças. Que bom que evoluimos, não? Então por que não trocar a trilha sonora também?

Pois na França as musicas infantis sinistras também continuam sendo passada de geração em geração. Uma pior do que a outra! Canibalismo, guerra, pena de morte, crueldade contra os animais, tortura. Algumas foram adaptadas, uns versos mais pesados cortados aqui e acola, mas continuam ai. Olha o que as criancinhas francesas andam cantando por ai:


*Essa playlist tem as três musicas abaixo

Alouette (cotovia, um passarinho)

Alouette, gentille alouette (passarinho, gentil passarinho)
Alouette, je te plumerai (passarinho, vou te depenar)

Je te plumerai le bec (vou te depenar o bico)
Et le bec, et le bec (e o bico, e o bico)
Alouette, alouette, ah ah ah ah!

Je te plumerai la tête (vou te depenar a cabeça)
Et la tête, et la tête (e a cabeça, e a cabeça)
Et le bec, et le bec (e o bico, e o bico)
Alouette, alouette, ah ah ah ah!
 
Je te plumerai le cou (vou te depenar o pescoço)
Et le cou, et le cou (e o pescoço, e o pescoço)
Et la tête, et la tête (e a cabeça, e a cabeça)
Et le bec, et le bec (e o bico, e o bico)
Alouette, alouette, ah ah ah ah!
 
Je te plumerai le dos (vou te depenar as costas)
Et le dos, et le dos (e as costas, e as costas)
Et le cou, et le cou (e o pescoço, e o pescoço)

Et la tête, et la tête (e a cabeça, e a cabeça)
Et le bec, et le bec (e o bico, e o bico)
Alouette, alouette, ah ah ah ah!

Je te plumerai les fesses (vou te depenar o rabo)
Et les fesses, et les fesses (e o rabo, e o rabo)
Et le dos, et le dos (e as costas, e as costas)
Et le cou, et le cou (e o pescoço, e o pescoço)
Et la tête, et la tête (e a cabeça, e a cabeça)
Et le bec, et le bec (e o bico, e o bico)
Alouette, alouette, ah ah ah ah!

Porque né, nada como sair por ai depenando gentis passarinhos....

Ne pleure pas Jeannette (não chore Jeannette)

Ne pleure pas Jeannette (não chore Jeannette)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Ne pleure pas Jeannette (não chore Jeannette)
Nous te marierons, Nous te marierons (nos vamos te casar)
Avec le fils d'un prince (com o filho de um principe)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Avec le fils d'un prince (com o filho de um principe)
Ou celui d'un baron, Ou celui d'un baron (ou com o filho de um barão)
 
Je ne veux pas d'un prince (eu não quero principe)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Je ne veux pas d'un prince (eu não quero principe)
Encore moins d'un baron ! Encore moins d'un baron ! (menos ainda um barão!)
Je veux mon ami Pierre (quero meu amigo Pierre)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Je veux mon ami Pierre (quero meu amigo Pierre)
Celui qui est en prison, Celui qui est en prison (aquele que esta na prisão)
 
Tu n'auras pas ton Pierre (você não vai ter teu Pierre)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Tu n'auras pas ton Pierre (você não vai ter teu Pierre)
Nous le pendouillerons, Nous le pendouillerons (nos vamos enforca-lo)

Si vous pendouillez Pierre (se vocês enforcarem Pierre)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Si vous pendouillez Pierre (se vocês enforcarem Pierre)
Pendouillez moi avec, Pendouillez moi avec (me enforquem também)

Et l'on pendouilla Pierre (e vamos enforcar Pierre)
Tra, lallallallalla lla llallalla lla lla
Et l'on pendouilla Pierre (e vamos enforcar Pierre)
Et la Jeannette avec, Et la Jeannette avec (e a Jannette com ele)

Matar um culpado é pouco, matar uma inocente é melhor!

Il était un petit navire (Era um pequeno navio)

Il était un petit navire (era um pequeno navio)

Il était un petit navire (era um pequeno navio)
Qui n'avait ja-ja-jamais navigué (que nunca tinha navigado)
Qui n'avait ja-ja-jamais navigué (que nunca tinha navigado)
Ohé, ohé...

Il entreprit un long voyage (ele começou uma longa viagem) 
Il entreprit un long voyage (ele começou uma longa viagem)
Sur la mer Mé-Mé-Méditérannée (no mar me-me-mediterrâneo)
Sur la mer Mé-Mé-Méditérannée (no mar me-me-mediterrâneo)
Ohé, ohé...

Au bout de cinq à six semaines (depois de cinco semanas)
Au bout de cinq à six semaines (depois de cinco semanas)
Les vivres vinr'-vinr'-vinrent à manquer (a comida acabou)
Les vivres vinr'-vinr'-vinrent à manquer (a comida acabou)
Ohé, ohé...

Ohé, ohé Matelot (oê, oê marinheiro)
Matelot navigue sur les flots (marinheiro navega sobre as ondas)
Ohé, ohé Matelot (oê, oê marinheiro)
Matelot navigue sur les flots (marinheiro navega sobre as ondas)

On tira à la courte paille (tiram no palitinho)
On tira à la courte paille (tiram no palitinho)
Pour savoir qui-qui-qui serait mangé (quem sera comido)
Pour savoir qui-qui-qui serait mangé (quem sera comido)
Ohé, ohé...

Le sort tomba sur le plus jeune (o acaso cai sobre o mais jovem)
Le sort tomba sur le plus jeune (o acaso cai sobre o mais jovem)
Ce sera lui-lui qui sera mangé (ele que vai ser comido)
Ce sera lui-lui qui sera mangé (ele que vai ser comido)
Ohé, ohé...

On cherche alors à quelle sauce (então escolhem o molho)
On cherche alors à quelle sauce (então escolhem o molho)
Le pauvr' enfant-fant-fant serait mangé (que a pobre criança sera comida)
Le pauvr' enfant-fant-fant serait mangé (que a pobre criança sera comida)
Ohé, ohé...

Il fit au ciel une prière (ele rezou ao céu)
Il fit au ciel une prière (ele rezou ao céu)
Interrogeant-geant-geant l'immensité (interrogando a imensidade)
Interrogeant-geant-geant l'immensité (interrogando a imensidade)
Ohé, ohé...

O sainte Vierge, ô ma patronne (oh santa virgem, oh minha patrona)
O sainte Vierge, ô ma patronne (oh santa virgem, oh minha patrona)
Qui a le cour cour cour afortuné (que tem o coração afortunado)
Qui a le cour cour cour afortuné (que tem o coração afortunado)
Ohé, ohé...

Au même instant un grand miracle (no mesmo instante um grande milagre)
Au même instant un grand miracle (no mesmo instante um grande milagre)
Pour l'enfant fut, fut, fut réalisé (para a criança foi realizado)
Pour l'enfant fut, fut, fut réalisé (para a criança foi realizado)
Ohé, ohé...

Des p'tits poissons dans le navire (pequenos peixes no navio)
Des p'tits poissons dans le navire (pequenos peixes no navio)
Sautèrent par par par plusieurs milliers (saltaram aos milhares)
Sautèrent par par par plusieurs milliers (saltaram aos milhares)
Ohé, ohé...

On les prit on les mit à frire (recolheram e fritaram)
On les prit on les mit à frire (recolheram e fritaram)
Et le p'tit mouss', mouss', mou-sse fut sauvé (e o aprendiz de marinheiro foi salvo)
Et le p'tit mouss', mouss', mou-sse fut sauvé (e o aprendiz de marinheiro foi salvo)
Ohé, ohé...

Pior do que ser devorado pelos seus companheiros, é ser salvo pela virgem.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O vizinho musico

No Rio eu morava num prédio pequeno, onde todo mundo se conhecia e onde moravam essencialmente velhos. Uma vez peguei elevador com um cara jovem que nunca tinha visto antes e imediatamente fui com a cara dele. Batemos papo rapidinho e ele disse que tinha acabado de se mudar. Muito simpatico, sorridente, sotaque nordestino arrastado - sabe quando a gente reconhece alguém "dos nossos"? Pois ele era dos meus. Não perdi tempo e chamei logo ele pra ir tomar um café la em casa. Cinco minutos depois estavamos no meu apartamento. Eu perguntei o que ele estava fazendo no Rio e ele respondeu que era musico e estava gravando um CD. Dai ele contou que no Recife fazia parte de um grupo, a Orchestra Santa Massa e... Meu queixo caiu.

Pausa para explicação. No meu primeiro semestre da faculdade era muito amiga de um menino que trabalhava (e trabalha ainda) na Globo. Estava na casa dele quando ele me mostrou um CD que achou no trabalho e disse que tinha certeza que eu ia amar aquele grupo, que era a minha cara. Foi amor à primeira escutada. Pedi pra levar pra fazer uma copia pra mim e ele respondeu que tudo bem, mas que eu tinha que devolver o mais rapido possivel porque não era dele. Não tenho o menor orgulho em dizer que o tal CD esta na minha estante em Paris. Não sou mais assim, gente, juro. Podem me emprestar as coisas sem medo, viu? Mals, Rico, quando voltar eu te devolvo, ta? Pois o tal CD era "Orchestra Santa Massa e DJ Dolores".


Apaixonei, mostrei pra todos os meus amigos e viciei todos eles. Não faziamos uma festinha que não tocasse Santa Massa. Nossos amigos DJs incorporaram ao seus repertorios e todo mundo perguntava que CD era aquele, pois no Rio eles não eram conhecidos, e a gente se apressava em apresentar o grupo. Viviamos muito satisfeitos com nossa trilha sonora.

Por isso, vocês não podem imaginar o tamanho do meu choque ao ouvir que meu novo vizinho fazia parte da minha banda preferida. Minha vontade era de gritar histericamente e chamar todos os meus amigos la pra casa, mas fingi que era uma pessoa equilibrada. Me apressei em pegar o tal do CD e peguntar "essa Santa Massa aqui???". Sim, era ele, o percussionista, que também ficou surpreso e feliz por sua vizinha ter seu CD até então não muito conhecido. Olha, foi uma época muito boa ter o Jam como vizinho e amigo. Passamos um bocado de tempo juntos, quando não tinha nada pra fazer ia ver se ele não estava em casa. Minha melhor amiga também morava no prédio nessa época (porque nossas mães são melhores amigas), então a gente fazia a festa, era muito bom.

Mas um ano depois, mais ou menos, eu fui pra Australia e quando voltei Jam ja tinha levantado voo. Sempre falava com ele e ouvia "estou gravando com fulana", "agora estou gravando com sicrano". Comecei a ver seu nome no jornal, seu rosto na TV, sua musica no radio. Mudei pra Paris e daqui acompanho sua evolução. Nos encontramos esse ano numa de suas viagens à trabalho e adorei poder dar um abraço bem apertado nesse vizinho!

Então pessoal do Rio, quem estiver a fim de ouvir musica boa, Jam da Silva toca no Rival amanhã.

(e nem vou contar a historia da amiga francesa que o Jam me apresentou e que eu roubei pra mim mas acabei perdendo o contato, e que eu encontrei por acaso em Paris, casada com esse chéri aqui, que eu ja conhecia sem saber desse 'detalhe'. Que alias, é o melhor amigo dessa querida aqui. Adoro esse mundo minisculo!).

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Arrasando na tradução

Eu sou uma pessoa boba. Alerto caso vocês ainda não tenham percebido. Sabe como é, nesse negocio de blog às vezes a gente acha que a pessoa é uma coisa e ela outra, então agora vocês ja sabem. De primeira ninguém nota, aquela coisa de "hum, ela fez mestrado de geopolitica", e tudo isso, mas é so me dar um pouquinho de intimidade que eu fico logo boba. Uma das provas da minha bobice é passar o tempo traduzindo funks cariocas para o francês e morrer de rir. E nem vou contar quem é meu parceiro nessa porque ele não gosta de aparecer :)

Então se você não fala francês ou não conhece funks cariocas antigos, corre o risco de não achar graça neste post. E se você fala francês, conhece funks cariocas antigos e tiver um minimo de bom senso, com certeza não vai achar a menor graça nesse post.

Algumas das nossas obras:

- Danse de la petite moto, danse de la petite moto, danse de la petite moto les filles au gros derrière devienent folles!
- Allez mille-pattes, allez mille-pattes!
- C'est son de noir, de gens de la cité, mais quand ça sonne personne ne reste sans bouger!
- Je veut juste être hereux, marcher tranquilement dans la cité où je suis né. Et pouvoir être fier et avoir la conscience que le pauvre a sa place.

Tudo pontuado por varias girias tipo "ça a pris du temps!" ou "es-tu allumé?".

Aiaiai.

domingo, 4 de julho de 2010

Um pouco de musica

Vocês devem ter reparado que eu coloquei ali do lado direito um video de um clipe e embaixo a letra da musica (a Glorinha e a Aline repararam e comentaram no ultimo post, valeu meninas!). Pretendo colocar uma musica nova a cada semana e aceito sugestões! Percebi que nunca falava sobre as musicas francesas, até porque eu ouço mais musicas brasileiras e inglesas, então essa também é uma forma de eu descobrir novos sons.

De maneira geral, os brasileiros não conhecem muito a musica francesa atual, so os classicos dinossauros como Gainsbourg, Piaf, etc etc etc. Não estou desmerecendo os gênios, mas achar que "ne me quitte pas" é exemplo de musica que os franceses ouvem no dia-a-dia, é forçar um pouco a barra.

Sei também que tem muita gente que vem aqui no blog procurando dicas de francês e eu acho que a melhor forma de aprender uma nova lingua é através da musica. Por isso coloquei a letra embaixo, pra facilitar a compreensão (e eventuais cantorias).

Espero que gostem!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Et moi et moi et moi

Uma das minhas musicas francesas velhas preferidas é essa aqui, do Jacques Dutronc. Alias, acho que todas as musicas velhas que eu gosto são dele, muito divertido esse cara. A letra diz assim:

700 milhões de chineses
E eu e eu e eu
Com a minha vida, meu mundinho
Minha dor de cabeça, minha doença de figado
Eu penso nisso e depois esqueço
E a vida, é a vida

e etc

Não sei se vocês repararam no detalhe que denuncia a jurassidade da musica: 700 milhões de chineses? So se for em 1967 mesmo, porque hoje caro Dutronc, eles são 1 bilhão e 340 milhões. Nada contra os chineses, então outros numeros desatualizados da musica:

80 milhões de indonésios = 240 milhões hoje.

300 ou 400 milhões de negros = piada né? Nem naquela época dava pra contar população por "etnia", que dira agora! Alias, o conceito de "raça" esta super ultrapassado.

300 milhões de soviéticos = ai complica. Vamos deixar essas contas pra um outro dia, porque juntar a população de todos os paises que sairam do bloco soviético da um bocado de trabalho.

50 milhões de gente imperfeita = não tenho numeros precisos, mas desconfio que haja um pouquinho a mais que isso hoje em dia.

900 milhões morrendo de fome = cerca de 1 bilhão hoje em dia. Acho que ele exagerou la em 1967.

500 milhões de sul-americanos = ai ele se embaralhou de vez, porque hoje nos somos 371 milhões. Talvez tenha se confundido com a América Latina, que tem 600 milhões.

50 milhões de vietnamitas = 87 milhões hoje.

500 bilhões de pequenos marcianos = depois que a gripe A passou por la na década de 90, eles foram a reduzidos à 300 bilhões.

Et moi et moi et moi.

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